5 dicas para renegociar aquela velha dívida

5 dicas para renegociar aquela velha dívida

A situação econômica das famílias brasileiras não é a melhor dos mundos, já que 60% das famílias seguem endividadas e muitas não sabem como farão para quitá-las e finalmente limpar o nome.

Mas a solução não é se desesperar. Vários especialistas indicam que o melhor nesse momento é renegociar dívida e se planejar para conseguir pagar e criar uma reserva.

Você sabia?

Quando um consumidor tem uma dívida em atraso, a empresa pode informar às entidades de proteção de crédito, como o SPC ou a Serasa. Isso pode ser feito no dia seguinte ao vencimento da dívida.

A empresa de proteção de crédito informa ao consumidor alertando que ele poderá entrar no cadastro de inadimplentes, ou seja, que “seu nome vai ficar sujo”, e que tem um prazo de 10 dias para quitar a dívida sem entrar no cadastro.

Quando o consumidor paga a dívida, a empresa credora tem cinco para informar ao serviço de proteção de crédito. Essa regra também vale para quando o consumidor negocia a dívida.

Dicas de como renegociar dívida

Pensando nisso, criamos um guia com dicas sobre como negociar suas dívidas para ajudar você, mostrando o que é esse mundo dos créditos e no que você deve estar atento.

Renegociar dívida

1. Saber a sua real situação

Para saber se você tem o nome sujo, você pode procurar em algumas instituições. São exemplos:

Boa Vista SCPC: o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) é um serviço administrado atualmente pela Boa Vista Serviços. Os endereços e horários de atendimento podem ser consultados no site.

Na própria página da empresa é possível checar o seu CPF.

Outra forma de pesquisar a sua situação é através do Serasa Experian. A Serasa também permite verificar qual é a situação do CPF pela internet. A entidade possui o serviço Limpa Nome, que permite o consumidor consultar se possui dívidas e fechar um acordo de renegociação no próprio site.

2. Se informe!

Em 10 de fevereiro de 2018, os bancos brasileiros assinaram uma cartilha de novas regras, mais flexíveis, o Normativo de Tratamento e Negociação de Dívidas.

Esse novo normativo foi proposto pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Ou seja, os bancos devem facilitar a negociação de dívidas.

Com essa nova política, a fim de se evitar a situação de inadimplência, os bancos terão políticas de monitoramento dos consumidores endividados, com a adoção de medidas ativas e preventivas, além de ações voltadas a orientação financeira.

3. Carnê de loja atrasado

Carnê é o segundo maior motivo do endividamento do brasileiro, perdendo apenas para o cartão de crédito. Para negociar um carnê é saiba qual é a sua dívida real. Se você não tem certeza de quanto deve, consulte as informações no SPC ou na Serasa.

Prepare-se porque muitas vezes o valor pode ser maior do que o esperado: as lojas cobram até 1% de juros mensais de atraso, além de uma multa de 2% do valor total da dívida.

4. Cartão de crédito: o maior vilão da vida financeira do brasileiro

Um cartão de crédito sem limites é o sonho de todo consumista! Mas até hoje as pessoas se esquecem que as faturas devem ser pagas com assiduidade e que pagar o valor mínimo pode acabar virando uma bola de neve.

Vá na agência de banco ou da instituição financeira que fornece o crédito e converse pessoalmente. É nessa hora que você conseguirá conversar sobre alternativas, barganhas e fazer um acordo que seja bom para você.

Não ceda aos telefonemas das financeiras, pois é necessário pensar e rever sua capacidade de pagamento.

Fique de olho a práticas abusivas comumente utilizadas para renegociar dívida, como a exigência da compra de um seguro para negociar um crédito ou então que o débito em sua conta corrente seja maior do que 30% da sua renda mensal.

Ou seja: se você ganha R$ 1 mil líquidos, o valor total do débito não pode ultrapassar R$ 300 ou R$ 350.

5. Plataformas que ajudam na negociação

O Acordo Certo faz a ponte entre credores e devedores. A plataforma oferece opções online para quitar as dívidas e limpar o nome rapidamente. Entre os parceiros do site estão o banco Santander, o cartão Tricard, as operadoras NET, Claro e Embratel, e a empresa de monitoramento de veículos Carsystem.

Já o Quero Quitar! promete ajudar a renegociar dívidas em apenas 10 minutos, conseguindo acordos com desconto de até 80% do valor devido.

Caso a empresa para a qual você está devendo não seja parceira da plataforma, é possível cadastrar uma proposta no site para que o Quero Quitar entre em contato com o credor.

A BLU365, antiga Kitado, já soma mais 500 mil acordos. A empresa apostou na tecnologia e envia e-mails personalizados aos clientes para avisar de suas dívidas.

Em geral as empresas cobrar 2% do valor da dívida como uma “multa” da negociação. Preste bem atenção se o acordo que está fazendo está dentro das suas possibilidades de pagamento.

Tenha um planejamento de pagamento de dívida e evite criar novas dívidas nesse tempo. Com certeza você conseguirá sair dessa e melhorar a sua saúde financeira, basta ter compromisso com os seus objetivos.

Você conhece outras opções para renegociar dívida? Conte para nós!

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Equipe Eduardo Moreira

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