Como as finanças podem fortalecer (ou destruir) seu relacionamento

Como as finanças podem fortalecer (ou destruir) seu relacionamento

Amor não vive só de brisa, diz o ditado. De fato, a parte prática de um relacionamento amoroso nem sempre é tão romântico quanto idealizamos. Veja como as finanças podem fortalecer seu relacionamento.

Há os pequenos detalhes, e também as partes que muitas vezes apresentam problemas como as finanças. Estudos apontam que grande parte das discussões dos casais se dá por motivos financeiros.

Quando as finanças não estão bem, a probabilidade de brigas é muito maior. Por outro lado, uma situação financeira satisfatória pode ajudar muito em um relacionamento.

Dinheiro representa pagamento de despesas, estabilidade, segurança, mas, ainda, sonhos e satisfação. É um aspecto essencial para um casal de namorados ou que já tenha firmado matrimônio, ainda mais se tiverem filhos – que exigem dinheiro para serem criados.

O desperdício, a falta ou o uso inadequado do dinheiro pode  acarretar desentendimentos e crises para o casal. Por isso, é bom ter sempre um diálogo sobre o tema, definindo as melhores soluções e possibilidades.

Aprenda com as dicas abaixo como as finanças podem fortalecer seu relacionamento.

Finanças podem fortalecer seu relacionamento

No começo é tudo lindo, não é? Até parece que o dinheiro nem importa tanto assim, pois há o amor, uma razão para viver. Muitas vezes vemos esse quadro nas novelas, nos filmes e nos livros de romance, “tudo por amor”. Mas na vida real não é bem assim.

Aos poucos, as dificuldades em termos de finanças vão surgindo e, se não bem resolvidas, podem se tornar motivos de separação. Dinheiro não é tudo, mas é inegável que possui grande importância em qualquer tipo de relacionamento. Quando a paixão está envolvida, a situação é ainda mais delicada.

Viagens, presentes, investimentos, despesas domésticas fixas e eventuais, saúde e gastos com filhos são algumas das situações que demandam dinheiro. Por mais que se romantize o relacionamento, uma hora as finanças vão pesar e isso exigirá um planejamento, ou então haverá discórdias.

É essencial que o casal tenha como uma de suas prioridades a estabilidade financeira, e também a correta aplicação do dinheiro de cada um. Com isso, as finanças podem fortalecer seu relacionamento.

finanças podem fortalecer seu relacionamento

Busque a harmonia

Em um casal, cada um aprendeu a lidar com o dinheiro de uma forma diferente, o que pode provocar desentendimentos na relação. Dependendo dos contextos familiar, social e educacional, a forma de lidar com as finanças varia muito.

Um sempre teve tudo e não foi ensinado a economizar ou regrar as finanças, e o outro desde cedo teve que trabalhar e aprendeu o valor do dinheiro e como gastá-lo da forma adequada.

Além da educação, há a personalidade de cada um: os mais emotivos (geralmente a mulher) tendem a gastar por emoção, impulso, e os homens muitas vezes se planejam para adquirir bens que confiram a eles status e também segurança à família. Porém, não há regra: cada um tem seu jeito de ser e seu jeito de gastar dinheiro.

O ideal é que o casal tenha diálogo e procure chegar a um consenso sobre a área financeira. Cada um terá acesso privado a suas contas bancárias, ou deverá dar satisfações de todos os gastos? O que cada um vai pagar? Com que valor cada um pode contribuir? É bom deixar tudo claro, e conversar sempre que for necessário sobre o assunto. Quer dizer, eventualmente.

Coloque tudo no papel

Uma boa ideia para lidar com as finanças em casal é você e a pessoa com quem tem um relacionamento, especialmente se dividirem moradia e tiverem filhos, registrarem em papel ou em um software as receitas e despesas, fazendo um diagnóstico da situação financeira e apontando perspectivas e soluções.

Sonhos também devem ser incluídos e organizados. Se não for possível ambos comprarem, primeiro um, depois o outro. Primeiro o mais barato, depois, com economia e paciência, o mais caro.

Estes registros devem ser monitorados constantemente, a fim de haver controle financeiro e harmonia entre o casal.

Seja transparente

Confiança é vital  para um relacionamento, não é mesmo? E ela passa, e muito, pelas finanças.

Lidar com dinheiro em um relacionamento envolve responsabilidade e transparência. É importante que o casal tenha bem definidas as “regras” de gestão do dinheiro: quem paga o que, se deve dar satisfações, o quanto pode contribuir etc.

Uma vez estabelecidas as diretrizes, cada um deve segui-las, sem gastos significativos escondidos que possam comprometer o orçamento.

A tentação às vezes é grande, mas imagine um casal que está arduamente economizando, e ela de repente resolve pegar boa parte do dinheiro da poupança para comprar uma bolsa irresistível – importada – que viu em promoção.

Ou ele não resiste e compra uma bicicleta nova para praticar ciclismo, o último modelo, excelente – mas com o dinheiro que era para a reforma da cozinha que tinha sido aprovada.

E pior, escondem o fato – ao menos tentam, durante um tempo – do cônjuge. Se não pode confiar na questão financeira, por que deveria fazê-lo em outras áreas?

Quando se está em casal comprometido, o assunto dinheiro é sempre importante, e os gastos muitas vezes afetam a ambos.

Responsabilidade acima se tudo

A falta de dinheiro pode ser tão danosa quanto seu desperdício.

O desperdício, por sua vez, pode levar ao endividamento. Não cometa loucuras financeiras para agradar ao seu parceiro, ainda mais escondendo dele ou dela  que meteu os pés pelas mãos, como nos exemplos anteriores.

Também não tente aparentar possuir as condições financeiras que não tem. Além de ser descoberto e perder a confiança do outro, passando um tremendo embaraço, poderá acabar em um lamaçal financeiro do qual possa ser difícil sair, o que prejudicará seu relacionamento e sua família.

Enfim, seja responsável e leal nas finanças, pois elas são uma parte primordial em um relacionamento sólido. Dinheiro é um assunto  complicado em qualquer contexto, e quando o fogo da paixão, ou a imensidão do amor estão presentes, deve receber atenção redobrada.

Quantos relacionamentos não terminaram pelo abuso ou a falta de dinheiro de uma ou ambas as partes? Quantas vezes as finanças não ruíram sonhos e minaram a confiança um no outro?

Aqui vai um último lembrete: muito cuidado ao misturar negócios e amor, por exemplo um casal em que ambos são sócios em um empreendimento. Existem inúmeros casos de sucesso, porém é sempre temerário e é necessário pensar em como as coisas vão ficar após uma eventual separação.

Cuide muito bem ao envolver negócios e relacionamento íntimo, separando a parte profissional da parte pessoal, mesmo que seu parceiro de trabalho seja seu cônjuge.

Com diálogo, foco e transparência, fica mais fácil fazer das finanças uma aliada, e não inimiga da sua relação.

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Equipe Eduardo Moreira

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